segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Rencos do ofício

Eis senão quando todos já postulavam a morte do gajo, o gajo regressa. Hordes e hordes de fãos diziam: "Gajo, volta!", e o gajo dizia, "Mas eu já voltei - vejam o último post.", e as hordes diziam, "Ah, gajo!, mas podias voltar a voltar!". E então eu revoltei.
Tenho problemas com as revoltas. As revoltas são imiscuiscências da vida. São impersonâncias que se imiscuem no âmago das coisas. E f*dem isto tudo. As revoltas inquietam-me.

Pois.

"E então?"
Às vezes perguntam-me isto. Isso inquieta-me, e só me apetece responder "Diz-se que nem por isso...". Mas, e então? Ia ficar sem nada para dizer ou para relatar, que é basicamente a essência deste blog: a capacidade de imiscuir no meio da blogosfera de quem tem algo de basicamente relevante para dizer um je ne sais quoi de essencialmente cretino, imbecil e mesmo estúpido.

Nada parece ter mudado.
Num acesso de renovação, cometi a loucura de mudar o aspecto para um tom de verde-sapo.
Eco-friendly como o carago...

E agora, os rencos do ofício: o gajo enforca-se.
Soltem as baleias, amarrem as sombras: após décadas e décadas de resistência, o homem arranjou mais com que se inquietar - um compromisso pratôdábida. Foram lutas desiguais, pancada de meia-noite e um quarto, (adoro esta expressão pelo ar kinky da coisa: meia-noite e um quarto. Dá tantas possibilidades para desenvolver...), mas finalmente o gajo foi derrotado. Perdeu. A forca está à vista...

Sim: o gajo voltou a estudar.

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Regresso aos regressos

Creio que ninguém houvera feito tal até ontem à noite. Regressei aos regressos. Isso significa que nada, mas mesmo nada, irá ser como dantes.

Passem a palavra!

Espalhem a notícia!

Soltem as pombas!

Liguem para a TVI!

Gritem o meu nome em altos berros ao pé da praia!

Escrevam o meu nome na árvore mais próxima com um canivete!

Plantem uma árvore!

Escrevam um livro!

Façam amor desenfreadamente como se não houvesse amanhã!

Mas, por amor de... Eu não sou crente.
DEIXEM DE LER ESTA MERDA! GANHEM VIDA!

sexta-feira, 23 de Junho de 2006

A máquina que desapertava nós cegos

Insdesbildo Afonso nasceu em 1442 nessa bela terra que é Freixedas, portantos ali perto da Guarda, como quem vai para o Pinhel. Era um dia de chuva, mas ele estava abrigado, e portanto não se molhou. No dia seguinte, a mãe lembrou-se e disse "ai, vou comer um iogurte, dava-me jeito uma colher", mas isto em português de 1442. E assim foi.

Bildo, como lhe chamavam os amigos, teve uma infância feliz, cheia de chocolates e mesmo guloseimas que nem sequer eram feitas, como hoje, com xarope de glucose. Em 1568, tinha ele 7 anitos, e entrou para a faculdade, onde se apaixonou perdidamente por Fubtha, uma estudante sueca de Erasmus da escola agrária que era conhecida pelo seu enorme par de, portantos, amígdalas.

A história da Europa mudava de dia para dia. E enquanto a história não se definia, Indesbildo não sabia o que fazer. E então foi ter com Fubtha, que o esperava ao pé da paragem do autocarro. Sem mais demoras nem outros tratos desnecessários, Indesbildo e a sua Anfolina (porque naquele tempo dizer palavras com th era proibido, e - relembro - estamos em Freixelas, como quem vai para o Pinhel) cumprimentam-se com um leve aceno.

Uma vez que Indesbildo precisava de ganhar algum dinheiro, colocou um anúncio no telejornal, que por sua vez dizia:

"Salvo raras excepções (às terças, quintas e sextas, das 08 às 16h.) Contactar-me."

Ora, como os anúncios de telejornal infelizmente não são assinados e naquele tempo não haviam telemóveis (que só foram inventados anos depois, curiosamente no mesmo dia em que inventaram os elásticos para as ligas da noiva - 12 de Setembro de 1644), e com o fraco rendimento que dava ser salvador-excepcionador, Indesbildo resolveu, numa arrojada investida de marketing, salvar a indústria de elásticos - criando para isso um dispositivo que fazia com que os nós nos soutiens se desapertassem. É óbvio que a tecnologia naquele tempo ainda não tinha permitido o fecho convencional de soutiens, esse que homens de todo o mundo procuram conhecer o segredo de abrir com uma só mão e assim impressionar a sua bem-(m)amada, como quem diz "vês querida, o jeito que eu tenho para abrir soutiens só com uma mão?", ao que ela provavelmente responderá "Se tivesses conseguido isso a noite passada tinhas-me apanhado excitada - continua a treinar", mas - isso sim, já tinha inventado essa maravilha da tecnologia - o nó cego (e esse é que era difícil de desapertar só com uma mão!)

Pois Indesbildo, com o seu dispositivo, tornou a vida muito mais fácil a muito homem desejoso de ver um par de peitos redondos e firmes, com aqueles biquinhos assim muito espetados que um gajo até diz "Bolas, que cheiro a gás!", e o produto esgotou em todas as sex-shops dos castelos mais altos mais depressa que os Bilhetes para o concerto do Marco Paulo em Freixedas.

Mas os seios, habituados à opressão dos nós cegos, definhavam e murchavam ao ver a luz do dia.

Perseguido por hordes e hordes de homens esbaforidos e furiosos de desilusão, convencidos que nunca mais teriam, sequer, um arrepio no, portantos, pilau, quanto mais uma erecção, Indesbildo foge e fecha-se numa casa de banho pública. Enquanto dava uma mija, teve uma Eureka tão grande que ao apertar o fecho eclair, trilhou um testículo, e gritou, não um "Eureka", mas um valente "Fod*-se! P*ta que pariu! Cara***!" e essas palavras ainda hoje são repetidas por todos aqueles que também têm ideias brilhantes. Imediatamente Indesbildo compreendeu que tinha criado o chamado "palavrão", tão boa era a ideia que o precedeu.

Qual era a ideia? Alças nos soutiens.

Só isso. Pronto.

Não me apetece escrever mais. Páro por aqui.

terça-feira, 6 de Junho de 2006

Mas com que raio hei-de implicar hoje?

Hoje, não sei muito bem com o que hei-de implicar. E isso causa-me transtorno, por saber que vós, hordes e hordes de fãs (Não. Fãs soa gay. Fões é que soa a homem.), ficareis desiludidos, desapontados e até mesmo entristecidos.
Mas eu não sou gajo para desistir facilmente. E então vou implicar com o facto de não saber o que implicar. O facto é que quando um gajo não sabe com o que há-de implicar acaba por implicar com coisas que nem sabe bem o que é. E assim sendo, e as coisas com que acabou de implicar não sendo bem o que são excepto implicâncias de um gajo que nem sequer sabe bem com o que há-de implicar, acabam por ser a solução do problema.
Dito isto, posso muito bem passar a implicações mais avançadas. Significando isso que vou implicar com uma coisa que acho que nunca ninguém se lembrou de implicar, que é o papel higiénico.
MAS PORQUE RAIO CHAMAM ÀQUILO PAPEL HIGIÉNICO?
É que se é para limpar mer**, perdão, o cócó, é tudo menos higiénico. Ninguém chama "contentor higiénico" ao caixote do lixo. Ninguém chama "encarregado de higiene pública" aos varredores das ruas.
Se fosse verdadeiramente higiénico, um gajo passava o papel e o papel ficava limpo. MAS NÃO! o papel fica com a mer**, perdão, com o cócó, lá!
E não me venham dizer, como deveis estar a pensar: "ah, é higiénico porque mantém a higiene do, portantos, sim-senhor.", ao que eu responderia, "mas também chamais "água higiénica" à água com que o lavais?", "eh, pá, não!", responder-me-íeis. Então?!?!
E depois temos outro problema: O papel até pode manter a higiene do, portantos, sim-senhor, mas quem é que mantém a higiene do papel? Pode-se dizer que o papel se des-higieniza no momento da, portantos, limpeza do, portantos, sim-senhor? E se se des-higieniza, pode-se afirmar que não mantém a higiene da sanita. Consequentemente, só é higiénico para o c*, perdão, rabo, perdão, sim-senhor, e cag*, perdão, defec*, perdão, se alivia nitidamente para o resto do mundo onde vai parar.
Eu acho isto uma injustiça para o resto do mundo.
Proponho então uma mudança radical na perspectiva. Não vamos caír na falsidade de denominar o referido papel como "higiénico". Porque o verdadeiro papel do papel (eu não acredito que caí neste trocadilho foleiro!) não é higienizar mas antes transferir a falta de higiene. Assim, proponho chamar ao papel "mártir", porque é um papel que se sacrifica e aguenta a mer... o cócó que a humanidade faz.

Tendo dito isto, acho que acabei de contribuír para um mundo melhor.
Um mundo onde se tratam as coisas pelos nomes mais correctos.
Um mundo onde todos os outros papeis, muito mais higiénicos que este aqui tratado, não serão rebaixados.

quarta-feira, 31 de Maio de 2006

A até agora mal contada história

Há uma história que persiste na mente e que está extremamente mal contada, mas que, felizmente, vim desmistificar: Adão e Eva.

Tudo começou com um acidente em que Deus queria fazer um pão, espero que se lembrem. Se não, já não há muito a fazer por vós, excepto pendurar-vos pelas orelhas e perguntar-vos até vos arrependerdes dos vossos pecados: "Porquê, Porquê, Porquê?"

Após a sua criação, Deus não sabia onde colocar essas criaturas. Pensou, pensou, e resolveu pregá-los numa cruz - na altura ainda eram assexuados (e insensíveis, para os que pensam que foi uma coisa dolorosa). A grande diferença entre os sexos gerou-se porque Eva foi pregada pela frente da cruz (o prego a entrar primeiro nela e só depois na cruz), enquanto Adão foi com o prego a entrar primeiro na cruz e só depois nele. Mais uma vez saliento que eles eram feitos de massa de pão e completamente insensíveis, quiçá até ainda inanimados. Deus depois pendurou as cruzes num espanta-espíritos que tinha à porta do quarto.

Os anos passavam, e Deus crescia, sem mais se lembrar destas criaturas, até que de rompantemente, num dia manda uma tolada no seu Adão de pão. E disse, está na hora de tirar estas criancices daqui. Mas ao voltar a ver a sua escultura de infância e pão, disse, olha, boa onda agora era transformar isto em carne, e assim o fez. Azar dos azares, aquela cena corre mal, e os gajos ganham vida e desatam a falar. Deus acha piada aquilo, e tira-os da cruz, e eles pensam que estão no paraíso. Naquela de tapar as marcas dos pregos, Deus pega numa parra e amarra-lhes à cintura.
No dia seguinte, cansado ainda, disse, olha, o que me dava jeito agora era um robot de cozinha, e deu-lhes a inteligência. Mas mais uma vez a coisa correu mal. Mal ganharam a consciência e a inteligência, a parra do Adão desata a levantar, e quanto mais a Eva lha baixava mais ela subia, e ela naquela das boas intenções decide tentar prendê-la entre as pernas, mas meninos, sabe-se lá por que razão, aquilo resvala, rasga-lhe a parra (que era um pouco mais pequena, uma parreca, digamos), e provoca-lhe uns arrepelgamentos na espinha tais, que o gemido, não de dor, mas de volúpia se ouviu a muito mais de 10mm - aí uns 11.
A coisa acabou por acalmar ao fim de largos minutos de luta de entrelaçamentos entre parras e parrecas com vitória da parreca por desistência da parra.

Os dias vão passando, as lutas entre parra e parreca tornam-se cada vez melhores, de tal modo que Deus já só detectava as suas criaturas pelo som, tendo-se visto muitas vezes obrigado a separá-los a meio da luta, sempre seguido por um imenso coro de protestos, e reza a história que nessa altura eles consideravam que tinham sido expulsos do paraíso.

Os anos passam, e a parra de Adão acaba por não se levantar mais. Eva acusa-o de a andar a traír, mas não encontra com quem. Insatisfeita, passa o tempo a comer maçãs. Um dia uma cobra (diz-se que era uma cobra zarolha, que se veio mais tarde a saber que era o que levantava a parra ao Adão), chateada e mole, diz-lhe, eh, pá, e se tu fosses comer mas era maçãs podres daquela macieira que Deus te proibiu? Ela lá comeu, desmaiou, foi raptada por sete anões, e só voltou a acordar quando foi comida por um príncipe. Mudou de nome, e em homenagem à farinha com que houvera sido feita chamou-se Branca de N'Eva.

Mas isso já é outra história.

segunda-feira, 29 de Maio de 2006

Casamentos

Ora, casamentos...

Um casamento é para mim uma coisa muito bela, muito bonita, uma cerimónia litúrgico-religiosa mas que considero profundamente torturante. Após uma profunda investigação à minha mente consegui descobrir o seguinte:
Um casamento começa muito antes da cerimónia em si dita, mesmo antes dos, portantos, noivos se conhecerem. O casamento começa quando os pais dos, portantos, noivos os fabricam. É assim, o pai deposita uma sementinha na mãe, e por aí fora, etc, coisa e tal, nasce um puto, vai para a escola, depois para a faculdade ou depois vai trabalhar, a certa altura apaixona-se, quer, portantos, fazer o amor sem dó nem piedade em posições nunca dantes inimagináveis, incluíndo a posição de tirar finos aos domingos à tarde atrás da barraca do Sr. Manel peixeiro. Mais tarde, por coincidência do destino, estas duas pessoas, antesposo e antesposa, decidem enveredar por essa maluqueira que é o matrimónio.

Assim sendo, aparece a primeira pergunta: "Onde é que vamos encomendar os leitões e as batatas fritas?", pois toda a gente sabe que é na tostadez da cabeça do leitão que se vê a felicidade futura dos agora ainda antesposo e antesposa, mas futuramente e mutuamente esposos. Aproveito a oportunidade para salientar a similaridade entre as palavras "esposos" e "despojos". Basta um pouco de sotaque de "Bxeu" e soará ao mesmo.
Voltando, a seguir vem todo um rôr (eis uma expressão que já há muito não utilizava) de questões, de entre as quais saliento, por parte do noivo "e as gajas para a despedida de solteiro, são boas?" "Haverá cerveja em quantidade suficiente?", e por parte da noiva "Será que os Diapasão aceitam fazer a música, ou será melhor o Quim Barreiros?", "Também devo pôr uma tampa branca no telemóvel?", e comentários de "Tenho de encher a igreja de flores!"

Chega o dia, o noivo de directa e de ressaca sem ter tomado banho, o padrinho a segurar-lhe as olheiras, a noiva que nunca mais bem, o Cristo que não pára de espirrar por causa das flores, o padre a ameaçar não fazer o casamento se a menina das alianças não parar de berrar que quer uma Barbie igual àquela com o véu azul e a auréola, entra a noiva finalmente, a organista engana-se e toca uma marcha fúnebre em vez da nupcial, pensando bem talvez não se engane e esteja correcta, o padre lê o salmo com menos convicção que se estivesse a relatar um jogo de futebol, o coro canta o "atirei o pau ao gato" em vez do "Adeste Fidelis", o padre pergunta se há alguém que queira impedir o casamento, o padrinho diz que sim e que quem devia casar com a noiva era ele, a noiva ri-se, o noivo dá-lhe um enxerto de porrada, o pai da noiva dá um enxerto de porrada ao noivo, envolve-se tudo à pancada até o Cristo mandar um berro "Parou, F***-se!", aí já são todos amigos por presenciarem o milagre, a noiva chora de comoção por ter havido um milagre no casamento dela, as beatas rezam, o padre paga ao gajo dos efeitos especiais por baixo da mesa, continua a cerimónia com um balanço de três moribundos (o padrinho, a imagem de S. João e um carneiro que ninguém os mandou meter-se ao barulho, a pancada era para os convidados), o noivo com um olho negro, a camisa rasgada e sem os dentes da frente, a menina das alianças que entretanto fugiu e já as está a vender no tasco ao fim da rua por três gomas, dois chupas e uma bola de Berlim (com creme), após hora e meia lá conseguem convencer o homem a devolver as alianças por 120 contos e duas garrafas de champanhe, o casamento pode prosseguir, os ditos do costume "fico contigo para sempre até que o divórcio nos separe, na saúde, para o melhor, na doença já nem tanto, espero que não seja contagiosa, etc. coisa e tal", e a antesposa a repetir, trocam alianças, a dela era demasiado pequena, a dele demasiado grande, olham para os nomes e vêem que foram enganadas pelo gajo do tasco do fim da rua que entretanto já bazou, Adstrínio e Belausina não são, portanto, os nomes do nosso mesmoquaseaseresposo e mesmoquaseaseresposa, à força de muito tentar lá conseguem infiar aquilo, dão o beijo, os convidados batem palmas e assobiam, o noivo manda um soco no gajo que disse "Ó boa!" por estar nitidamente a exagerar e logo 10 gajos a segurá-lo, trazem-no para fora, a malta a atirar arroz para aqueles 11 gajos, a noiva a gritar "então e eu?" ainda no altar, os gajos não curtem que o fotógrafo lhes tire fotografias com a cabeça cheia de arroz e dão-lhe porrada da velha, e para acalmar os ânimos a mãe da noiva decide mandar tudo para o copo de água.

Felizmente, no copo de água tudo está lindíssimo, a fonte a gorgogitar a mais pura da água do Luso, as cabeças de leitão tostadas tão lindas, futuro promissor garantido aos acabadinhosdeesposar, os arranjos de fruta de 4,59 m a rivalizar com o bolo que é uma torre de cerca de 956 profiterôles, os canapés todos com palito e as bebidas prontas a serem servidas, champanhe do mais fresco que existe, martini acabado de colher, Whisky mais velho que a própria Sé de Braga, e, para os convidados, Binho e Sumol de Ananás.
A banda começa a tocar mal chegam os primeiros convidados, "Apita o Comboio", seguido imediatamente do "Que Viva España", seguindo com as mais belas músicas de Ágata, Monica Sintra, Toy e Zézé Faria, o cantor da terra.
Vem a comida, absolutamente deliciosa mas que as madames vão sempre dizer que está horrível, "e ai, já viste como ela fica mal naquele vestido? - Que gorda!, e o branco está fora da moda, agora só se usa o "pérola"", deixemos estas entregues às tricotices, os amigos do noivo já bêbados a tentarem todos a fazer-se à jeitosa da amiga da noiva, ela irritada vai buscar fruta mas tira uma das laranjas de baixo e provoca o desabar de tão bela torre qual Babel agora destruída, acabou o comer, todos a arrotar e a mandar baforadas de um charuto cubano dali de Évora, os bolos cortam os esposos, a banda acaba e pede mais dinheiro para tocar mais, leva um arraial de porrada isso sim e toca e toca mesmo, e ao fim da noite o noivo manda toda a gente para casa e descobre que o carro já não tem pneus e está todo riscado e todo cagado de sujo e aí parou! O noivo chama a polícia e os amigos vão todos presos, o noivo leva a noiva para casa e adormece mesmo antes de qualquer coisa poder acontecer, a noiva lembra-se que se esqueceu de atirar o ramo, e no dia seguinte esperam 5 horas de atraso por um avião que nunca mais vem.

Espero não vos ter dissuadido a nada...
Se assim o foi, perdoem-me.
O casamento até tem coisas bonitas:
- as ligas da noiva,
- o presunto
- o momento em que todos os convidados gritam "Beija! Beija! Beija!"
- a "maquiage" da noiva toda borrada por chorar de felicidade
- a celebração da eucaristia
- e as ligas da noiva.

sexta-feira, 26 de Maio de 2006

A volta

Voltei ao mundo dos blogs, mas silenciosamente.
Estou a ser perseguido, por isso baixem o volume das letras, reduzam os parágrafos e tussam quando alguém falar do gajo inquieto...

Segredo: dentro em pouco devo ter internet em casa... E depois posso actualizar o blog mais desfrequentemente... E mesmo mais vezes.

Se alguém perguntar por mim, digam que eu não estou...
Aqui.